De dia, a cidade está vazia, sem pessoas ou barulho algum na rua. Sinto-me como o único sobrevivente de uma guerra biológica. Tento contactar outras pessoas ao redor sem obter sucesso. Rodo pela cidade a procura de outra alma viva, ciente da grande chance de fracasso.
À noite, os perigos são evidentes. O que há lá fora é enigmático. Não tenho certeza de nada. Nem mesmo se verei a luz do Sol no dia seguinte. Fico trancado em casa, imaginando como seria tudo se as escolhas tivessem sido outras.
Diário de um Candango em Barão Geraldo durante um longo feriado.
F.Cardoso
F.Cardoso

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